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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
domingo, 18 de outubro de 2015
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Atmosfera e Dinâmica Climática
As camadas da atmosfera, juntas, compõem uma
extensão de aproximadamente 1000 km. São elas: troposfera, estratosfera, mesosfera,
termosfera e exosfera.
1 - Troposfera: é a camada mais
próxima da crosta terrestre. Nela, encontra-se o ar usado na respiração de
plantas e animais. Ela é composta, basicamente, pelos mesmos elementos
encontrados em toda a atmosfera, Nitrogênio, Oxigênio e Gás Carbônico. Quase
todo o vapor encontrado na atmosfera situa-se na troposfera, que ocupa 75% da
massa atmosférica. Chega a atingir cerca de 17 km nas regiões trópicas e pouco
mais que 7 km nas regiões polares.
2 - Estratosfera: é a segunda
camada mais próxima da Terra. Nela, encontra-se o gás ozônio, responsável pela
barreira de proteção dos raios ultravioleta, mais conhecida como Camada de
Ozônio. Podendo chegar a até 50 km de altura, a estratosfera é caracterizada
por apresentar pouco fluxo de ar e por ser muito estável. Como possui uma
pequena quantidade de oxigênio, a estratosfera não é propícia para a presença
do homem. Contudo, no dia 14 de Outubro de 2012, o austríaco Felix Baumgartner
saltou de uma altura de 39 km, impressionando o mundo todo (porém, para isso,
ele precisou de uma roupa especial que garantisse a sua respiração).
3 - Mesosfera: com alturas de até 80km, a mesosfera é caracterizada por ser muito fria, com temperaturas que oscilam em torno dos -100ºC. Sua temperatura, no entanto, não é uniforme em toda sua extensão, uma vez que a parte de contato com a estratosfera é um pouco mais quente, ponto da troca de calor entre as duas.
4 - Termosfera: é a camada atmosférica mais
extensa, podendo alcançar os 500 km de altura. O ar é escasso e, por isso,
absorve facilmente a radiação solar, atingindo temperaturas próximas a 1000ºC e
se tornando, assim, a camada mais quente da atmosfera.
5 - Exosfera: é a camada
mais longe da Terra, alcançando os 800 km de altura. É composta basicamente por
gás hélio e hidrogênio. Nessa camada não existe gravidade e as partículas se
desprendem da terra com facilidade. Nela encontram-se os satélites de dados e
os telescópios espaciais.
O
clima é o conjunto de variações na atmosfera em um determinado local ou
região. Trata-se de uma dinâmica que dura um período superior a 30 anos,
diferentemente do tempo, que são as oscilações momentâneas nessa mesma
atmosfera.
Nesse
sentido, o clima pode ser compreendido a partir de seus fatores e elementos,
termos que, aparentemente semelhantes, referem-se a questões totalmente
diferentes.
Os
elementos climáticos são as grandezas atmosféricas que podem ser medidas
ou instantaneamente mensuradas. São os elementos atmosféricos que variam no
tempo e no espaço e que se configuram como o atributo básico para se definir o
clima da região. Os principais elementos climáticos são: radiação, temperatura,
pressão e umidade.
Os
fatores climáticos são as condições que determinam ou interferem nos
elementos climáticos e os climas deles resultantes. São eles que ajudam a
explicar o porquê de uma região ser quente e úmida e outra ser fria e seca, por
exemplo. Os principais fatores climáticos são: latitude, altitude, maritimidade e continentalidade, massas de ar,
vegetação, correntes marítimas e até o relevo.
Fatores climáticos
Os fatores
climáticos são os elementos naturais e humanos capazes de influenciar as
características ou a dinâmica de um ou mais tipos de climas. Para que sejam
compreendidos, precisam ser estudados de forma interdisciplinar pois um
interfere no outro. São eles:
- Latitude - distância em graus entre um local até a linha do equador;
- Altitude - a distância em metros entre uma cidade localizada em um determinado ponto do relevo até o nível do mar (universalmente considerado como o ponto ou nível médio em comum para medidas de altitudes);
- Maritimidade - corresponde à proximidade de um local com o mar;
- Continentalidade - corresponde à distância de um local em relação ao mar, permitindo ser mais influenciado pelas condições climáticas provenientes do próprio continente;
- Massas de ar - parte da atmosfera que apresenta as mesmas características físicas (temperatura, pressão, umidade e direção), derivadas do tempo em que ficou sobre uma determinada área da superfície terrestre (líquida ou sólida);
- Correntes marítimas - grande massa de água que apresenta as mesmas características físicas (temperatura, salinidade, cor, direção, densidade) e pode acumular uma grande quantidade de calor e, assim, influenciar as massas de ar que se se sobrepõem;
Elementos
climáticos
a)
radiação: a radiação
climática, em linhas gerais, pode ser definida como todo o calor recebido pela
atmosfera, a maior parte advinda do sol, mas que também recebe a influência dos
seres vivos e dos elementos naturais e artificiais que refletem o calor já
existente. A radiação solar manifesta-se em diferentes tons de intensidade ao
longo do planeta, o que contribui para a formação das chamadas zonas térmicas ou
climáticas da Terra.
b)
temperatura: é a
mensuração do calor na atmosfera, podendo ser medida em graus celsius
(ºC) ou em outras unidades de medida,
como fahrenheit (ºF) e o kelvin (K).
c)
pressão
atmosférica: é o
“peso” ou “força” exercidos pelo ar sobre a superfície, pois, ao contrário do
que muitas pessoas pensam, o ar possui massa e, consequentemente, peso. A
pressão atmosférica costuma ser medida em milibares (mb).
d)
umidade: é a quantidade de água em sua forma
gasosa presente na atmosfera. Temos, assim, a umidade absoluta
(quantidade total de água na atmosfera) e a umidade relativa do ar
(quantidade de água na atmosfera em relação ao total necessário para haver
chuva).
e) Ventos: O ar atmosférico está em constante movimento.
Brisas
Brisas
Chuva é um fenômeno climático que ocorre da seguinte forma:
1º - A água, quando é aquecida (pelo Sol ou outro processo de aquecimento), evapora e
se transforma em vapor de
água;
2º - Este vapor de água se mistura com o ar e, como é mais leve, começa a subir;
3º - Formam-se as nuvens carregadas de vapor de água (quando mais escura é a nuvem mais carregada de vapor de água condensado)
4º - Ao atingir altitudes elevadas ou encontrar massas de ar frias, o vapor de água condensa, transformando-se novamente em água;
5º - Como é pesada e não consegue sustentar-se no ar, a água acaba caindo em forma de chuva.
2º - Este vapor de água se mistura com o ar e, como é mais leve, começa a subir;
3º - Formam-se as nuvens carregadas de vapor de água (quando mais escura é a nuvem mais carregada de vapor de água condensado)
4º - Ao atingir altitudes elevadas ou encontrar massas de ar frias, o vapor de água condensa, transformando-se novamente em água;
5º - Como é pesada e não consegue sustentar-se no ar, a água acaba caindo em forma de chuva.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Aguas Continentais e Hidrografia do Brasil
O
termo aquífero Guarani foi proposto há alguns anos, numa
reunião de pesquisadores de várias universidades de países do
cone sul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), como
uma forma de unificar a nomenclatura de um sistema aquífero
comum a todos eles, e em homenagem à nação dos índios
guaranis, que habitavam a área de sua abrangência.
Anteriormente, este aquífero era conhecido aqui no Brasil pelo
nome de Botucatu, pelo fato de que a principal camada de rocha
que o compõe ser um arenito de origem eólica,
reconhecido e descrito pela primeira vez no município de
Botucatu, estado de São Paulo.
O
aquífero Guarani ocorre nos estados de Mato Grosso do Sul,
Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio
Grande do sul; atingindo também os países Argentina, Paraguai
e Uruguai. É portanto um sistema transnacional. A área total
de ocorrência chega a 1.400.000
quilômetros quadrados, dos quais cerca de 1
milhão está em território brasileiro. Sua dimensão
norte-sul no Brasil chega a 2000 quilômetros.
Poluição
Estudos
têm revelado que as águas do aquífero Guarani ainda estão
livres de contaminação. Contudo, considerando que a área de
recarga coincide com importantes áreas agrícolas brasileiras,
onde se tem usado intensamente herbicidas, é de se esperar que
são necessárias medidas urgentes de controle, monitoramento e
redução da carga de agrotóxicos, sob pena de se vir a ter
sérios problemas de poluição.
Outros perigos são:
a)
Uso descontrolado e excessivo,
principalmente nos locais que apresentam artesianismo
jorrante, sendo necessário um rígido controle para se evitar o
desperdício de água e consequente diminuição da pressão
interna do sistema, o que viria a prejudicar os outros
usuários das redondezas do poço jorrante.
b)
Poços abandonados: todo poço, que atinja ou não
o aquífero Guarani, e deixe de ser usado, deve ser
convenientemente selado para evitar a entrada direta de águas
poluídas. Um poço abandonado aberto é como uma
injeção de sangue contaminado num corpo humano.
c)Vedação:
todo poço deve ser bem vedado para evitar a entrada de água
poluída no espaço anelar existente entre o revestimento do
mesmo e as paredes da perfuração.
Um dos principais problemas
ambientais da atualidade é a poluição dos rios. Enquanto alguns países da
Europa desenvolveram planos eficientes de despoluição dos rios, o Brasil
continua com uma grande quantidade de rios poluídos.
Causas e Consequências
São vários os elementos que os
homens despejam nos rios, causando com isso diversos problemas ambientais.
Em muitas cidades, o sistema
sanitário é precário (falta adequada de planejamento urbano) e o esgoto
doméstico é jogado diretamente nos rios sem receber o devido tratamento. Este
esgoto é um dos principais causadores da morte de peixes nos rios. Este tipo de
poluição também causa o mau cheiro e o desenvolvimento de microrganismos nos
rios, facilitando a proliferação de doenças em casos de enchentes.
Os produtos químicos que muitas
indústrias despejam na rede de esgoto e nos rios também provocam a morte de
peixes e de outros tipos de vida que costumam habitar as águas dos rios. Embora
esta prática seja crime ambiental no Brasil, ainda é muito comum,
principalmente, em locais onde a fiscalização do poder público não existe ou é
ineficiente.
A poluição dos rios também é
provocada pelo lixo sólido, principalmente doméstico, que é descartado dentro
dos rios. Com o tempo este lixo vai se acumulando, provocando o assoreamento do
rio. Quando ocorrem chuvas de grande intensidade, a vasão do rio diminui e
provoca alagamento nas margens, causando enchentes e graves prejuízos para as
pessoas que moram nas proximidades.
Soluções para não provocar a
poluição dos rios:
- Pessoas e empresas não devem
jogar lixo dentro dos rios;
- Investimentos do setor público
no tratamento de esgoto;
- Os governos devem punir
rigorosamente pessoas e empresas que poluem os rios.
- Os governos não devem permitir
a ocupação irregular próxima às margens dos rios.
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